Pesquisa revela aumento da popularidade do comércio eletrônico

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O interesse dos usuários em fazer compras pela internet cresceu, mesmo em um cenário de desconfiança com a economia. De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2015, divulgada nesta terça-feira (13), 39% dos indivíduos entrevistados relataram ter realizado uma ou mais compras pela internet no ano passado. Em relação à pesquisa anterior, de 2014, houve um aumento de 4%; na comparação com 2013, o crescimento foi de 6%.

Mesmo com o aumento na segurança e praticidade dos ambientes online das lojas brasileiras, boa parte dos brasileiros ainda vê com desconfiança o hábito de comprar pela internet. De acordo com o estudo, o motivo mais frequente entre os usuários que não realizaram compras em 2015 é o desejo de ter contato com o produto que está adquirindo (77%), seguido de falta de confiança no produto que vai receber (56%) e preocupação com privacidade ou segurança (54%). A falta de habilidade com a internet foi relatada por apenas 22% dos participantes.

Curiosidade, entretanto, não faz mal. A proporção de usuários de internet que realizaram pesquisas de preços de produtos ou serviços na internet em 2015 foi de 61%, embora algumas comparações tenham como objetivo apenas avaliar o preço de determinado produto, e não concretizar a compra.

Em sua 11ª edição, a pesquisa TIC Domicílios 2015 realizou entrevistas em mais de 23 mil domicílios em todo o território nacional, entre novembro de 2015 e junho de 2016, com o objetivo de medir o uso das tecnologias de informação e comunicação, o acesso individual a computadores e à Internet, atividades desenvolvidas na rede, local de acesso, frequência de uso, comércio eletrônico e governo eletrônico, entre outros indicadores.

Outros critérios

A Região Sudeste apresentou o maior índice de consumidores online: 46% dos respondentes da região afirmaram que realizaram uma ou mais compras online em 2015, contra 54% que não executaram a operação. Em seguida, aparecem a Sul (35%), Centro-Oeste (32%), Norte (31%) e Nordeste (30%).

Com relação ao grau de instrução, houve um aumento entre os participantes que declararam ter concluído o ensino superior, de 64% em 2014 para 70% em 2015. Entre os que afirmaram ter concluído o ensino médio, a proporção suviu de 32% para 40%. Por outro lado, houve uma queda entre os que se declararam analfabetos de 18% para 11%.

Confira aqui a tabela com os resultados completos.

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